09 outubro 2014

Cheia de ideias, "portantos"

By, [miss]Framboesa
Se eu escrevesse um livro começaria a narrativa sempre, ou numa tarde de Outono, ou numa manhã de chuva. 

Imagino-o sempre assim, com a chuva a cair lá fora (na minha ideia a chuva é sempre lá fora) ou então num banco de jardim com as folhas a desprenderem-se de uma árvore amarelecida.

Também podia incluir estes dois momentos da chuva e das folhas de Outono. 

Começava numa tarde de Outono e lá mais para o meio do livro (que é como quem diz na 23.ª página, não me parece que tenha assim tanta coisa para dizer...ou por outro lado lá para a 476.ª página, porque ás vezes quando começo a escrever não consigo parar) passava para a manhã de Domingo chuvosa.De Domingo porque estava a ver a chuva cair lá fora, e não enquanto ía a caminho do trabalho. Sim, faz sentido.

Ou então saltava as estações que gosto menos. 

Começava na manhã chuvosa de Domingo (também pode ser de um dia feriado, ou férias, embora nas férias eu não seja menina para estar enfiada em casa...mas podia ser a personagem...pois bem).
Adiante.
Início.Manhã chuvosa de um dia qualquer que fizesse sentido estar em casa a ver a chuva a cair lá fora pela manhã e saltava para o Outono, com as folhas das árvores amarelecidas. 
Pelo meio tinha que arranjar qualquer coisa que justificasse este salto do Inverno para o Outono. A personagem podia estar desaparecida durante este tempo.Ou amnésica.Ou em coma. (Credo!).Não, em coma não. Não quero tanto drama no meu livro. Não interessa agora, lá me arranjarei, o enredo passava-se entre chuva e folhas.

Na volta ainda vou escrever um livro sobre meteorologia.
Xo,Xo, F.

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Yep! Se fosse a vocês escrevia qualquer coisa, senão fico a pensar que eu é que tenho razão(Obrigada)